PAREM AS BOMBAS!

O grau de truculência gratuita e destempero das Forças Policiais nas manifestações da Greve Geral do dia 28 de abril não são apenas incompatíveis com o Estado Democrático de Direito, como dignos de um país que vive em Estado de Exceção.

Tudo começou ainda no início, quando o ato #ForaPezão e contra as Reformas Estaduais, que transcorria no mais absoluto clima de civilidade, iniciou sua caminhada em direção à Candelária, para depois dobrar a Av. Rio Branco e finalmente unificar com o ato contra as Reformas da Previdência e Trabalhista e pelo #ForaTemer.

No primeiros metros de caminhada, que seguia num clima de absoluta civilidade, as forças policiais atacaram pelas costas com Bombas de Gás. Ainda assim os manifestantes tentaram se reagrupar e caminharam até a Candelária, quando começaram novos ataques que não mais cessaram. Daí em diante, só o que se viu foi selvageria por conta das forças policiais, com a clara intenção de impedir o livre direito de manifestação, direito dado a qualquer cidadão que vive num Estado Democrático de Direito.

Dentre diversos abusos cometidos por parte da Polícia contra cidadãos de todos os gêneros e idade, incluindo-se crianças e idosos, David Miranda foi atropelado sem maiores consequências, Glauber Braga levou um tiro de bala de borracha, também por sorte sem maior gravidade, e Flavio Serafini e todos os demais que em cima do palco pediam calma e que as forças policiais cessassem as agressões, foram deliberadamente atingidos por diversas bombas de gás lançadas pelo braço do Estado.

Abaixo o vídeo que termina com Bombas de gás lançadas contra o palco.

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