PSOL apoia a greve dos trabalhadores e das trabalhadoras dos Correios

Desde o dia 19 de setembro, os trabalhadores dos Correios de todo o país estão em greve, incluíndo bases importantes, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasilia e Minas Gerais. A greve começou muito forte, com adesão significativa dos trabalhadores e das trabalhadoras em todo país, o que mostra uma forte disposição de luta dessa categoria, que está indgnada diante dos ataques da direção da empresa e da proposta irrisória de reajuste salarial de 3%, somente para janeiro de 2018

O movimento paredista é uma resposta aos ataques do governo de Michel Temer, que pretende seguir sua retirada de direitos e de privatização desta importante empresa pública. Esses ataques fazen parte da política de privatizações e concessões, um plano feroz de entrega do nosso patrimônio público, que inclui rodovias, ferrovias, terminais portuários, mineração, geração e distribuição de energia e saneamento.

O TST (Tribunal Supeior do Trabalho), em decisão liminar, acaba de considerar a greve “abusiva”. Trata-se de uma decisão arbitrária, que busca criminalizar a luta dos trabalhadores, na tentativa de enfraquecer o movimento grevista. Essa decisão só favorece o governo Temer, que utiliza a justiça para criminalizar a greve.

Abusivo é o corrupto governo Temer, que vem privatizando o patrimônio público, retirando direitos históricos dos trabalhadores, arrochando os salários, e que almeja acabar com uma das maiores empresas brasileiras. O Correio é considerada a instituição/organização mais confiável do país, graças à dedicação que os trabalhadores têm com a empresa. Privatizá-la e sucateá-la é um ataque não somente aos trabalhadores, mas a toda população.

Nós do PSOL apoiamos a greve e nos colocamos à disposição da categoria, para que triunfem as reivindicações dos trabalhadores e trabalhadoras, pois trata-se de um movimento legitimo que reivindica reajuste salarial e luta contra a privatização da empresa.

29/09/2017

Executiva Estadual do PSOL – Rio de Janeiro

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